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quinta-feira, 5 de julho de 2012

TCHOUKBALL TRAZ OURO PARA O BRASIL

         Nosso querido Prof Gilla voltou ao Brasil trazendo Medalha de Ouro !!
        Entre os dias 23 de junho e 1º de julho, Gilla esteve participando como árbitro e técnico da Seleção Brasileira Sub-18  de dois torneios de Tchoukball  no Uruguai:
  • "Copa Integración  de Las Naciones", em Durazno onde conseguiu um Troféu. (uma Pré-Competição para favorecer a integração entre as equipes , preparando para o PAN)  Neste torneio , o Brasil foi campeão em todas as categorias: SUB 12, SUB 15, SUB 18 e adulto masculino e feminino.
  • " PANAMERICANO  de TCHOUKBALL ATLANTIDA 2012, na Cidade de Atlantida. Neste torneio, o  Brasil foi 1º lugar em todas as categorias, menos SUB 12. Então, conquistaram a Medalha de Ouro.  Participaram os países: Argentina, Brasil, Colômbia, Chile e o dono da casa, Uruguai
      Aproveitando a oportunidade , Gilla participou de um curso de Arbitragem Internacional, concluindo com excelente aproveitamento e recebendo o título de ÁRBITRO CONTINENTAL...
      Parabenizamos a Equipe Brasileira,formada por atletas de  São Paulo, totalmente integrada,  exemplo de animação, comportamento esportivo e companheirismo.  E claro, PARABÉNS AO NOSSO ADORADO 
  ÁRBITRO CONTINENTAL!!!
    
      

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Tchoukball, o Esporte da Paz

      Através da itinerância do Clube Escolar Zizinho e do nosso querido Prof. Gilla,  o tchoukball chegou no CIEP AMILCAR CABRAL pra ficar e fazer história.

     O tchoukball surge como opção de prática desportiva diferente e divertida.

     A meta da bola não é o fundo da rede, mas um quadro que se assemelha a uma cama elástica. E não basta apenas acertar a bola no quadro para conquistar o ponto; é preciso que a bola, em seguida, toque o chão. Além disso, na quadra ou na areia, a regra é a mesma: não vale tocar no jogador do time adversário. Essas são algumas características do tchoukball, esporte que vem, aos poucos, conquistando novos adeptos no Brasil.

   O tchoukball foi criado na década de 1960, pelo médico e professor de Educação Física suíço Hermann Brandt. O principal objetivo de Brandt era desenvolver um esporte competitivo que poupasse seus praticantes de lesões decorrentes de movimentos inadequados à fisiologia e do contato entre jogadores, além de evitar comportamentos antidesportivos e violentos. O tchoukball pode ser praticado tanto em quadra quanto na areia, por duas equipes de sete jogadores cada. “Com iniciantes, trabalhamos com três regras iniciais: não pode roubar a bola ou atrapalhar a ação do adversário; se a bola tocar o chão durante o jogo, ou foi ponto ou falta; quando uma equipe ataca, a outra defende e o ataque pode ser feito em qualquer lado da quadra”, explica Archimedes Moura Júnior (CREF 035980-G/SP), presidente da Associação Brasileira de Tchoukball (ABTB).
       
     Segundo a Carta da ONU à Federação Internacional de Tchoukball,  em outubro de 2001, o esporte deve permitir a melhor veiculação através do mundo das mensagens de paz universal, que vão além do aspecto esportivo.
      São princípios do Tchoukball:

          1. O jogo exclui toda a busca de prestígio, tanto pessoal como coletivo: a atitude do jogagor implica em respeitar todos os demais jogadores, seja adversário ou da mesma equipe. A vitória pode trazer prazer e até mesmo alegria, mas não é uma razão de vaidade.

         2. O jogo exige dedicação total. Um senso de conquista coletiva une os jogadores da equipe; ensina estima e a apreciar o valor do outro. A principal preocupação de cada jogador deve ser buscar a beleza do jogo: "Jogadas elegantes atraem jogadas elegantes".

         3. O jogo é um exercício social através da atividade física: é um apanhado de ações em conjunto; os melhores jogadores aceitam a responsabilidade de ensinar os menos aptos; não existe, portanto, uma competição real, mas uma busca pela competência. A vitória deve estimular no adversário o desejo de melhorar, e não um sentimento de derrota ou submissão.